Overblog Suivre ce blog
Editer l'article Administration Créer mon blog
2 décembre 2012 7 02 /12 /décembre /2012 12:40

 

O inverno é impregnante, o frio, a névoa, o envolvimento do frio, não há onde se meter, a noite está lá, não é uma penumbra, qual é esta penumbra, é a noite que já chegou, mas é como o anoitecer, não é ainda o anoitecer, é somente de tarde e há uma penumbra que cai sobre a cidade, esta penumbra é a noite (que já chegou) já chegada. Não se vê mais nada, os prédios ao longe estão já iluminados por lâmpadas elétricas, as fachadas branqueadas onde a iluminação aciona a brancura, os faróis dos carros, o céu desapareceu tão rápido quanto ele tinha chegado, não mais céu, um clarão cinza, um clarão azulado sombrio, um penumbra se abateu sobre a cidade, nós não estamos no entardecer, o frio chegou nos apressando, nos apressa a andar mais rápido , nós estamos cobertos, o frio entra pelas pernas, pelas orelhas, pelo nariz, nós estamos envolvidos pela negrura da cidade, nós estamos mergulhados na penumbra, o inverno é frio, quanto tempo ele vai durar, ele durara mais de um inverno, ele durara, nós estamos somente na(no período da tarde) tarde, nós estamos somente nos meses do outono, a negrura chegou rápido, nós caminhamos através dos faróis que se movem, nós caminhamos através das iluminações públicas, através das fachadas iluminadas branqueadas das lojas, não se vê mais o céu  ao longe, não se vê mais as nuvens no céu, a negrura avança, envolve as ruas e a cidade inteira, o frio permanece.

 

L’hiver est prenant, le froid, l abrume, l’enveloppement du froid, il n’y a pa où se mettre, la nuit est là, ce n’est pas une penumbre, quelle est cette pénombre, c’est déjà la nuit qui est venue, ce n’est que le soir, ce n’est pas encore le soir, c’est l’après-midi et il y a un pénombre qui s’abat sur la ville, cette pénombre est la nuit déjà venue. On ne voit plus rien, les immeubles au loin sont déjà éclairés par des lampes électriques, les façades blanchies où l’eclairage actionne la blancheur, les phares des voitures, le ciel a disparu aussi vite qu’il était venu, il n’y a plus de ciel, une lueur grise, une lueur bleutée sombre, une pénombre s’est abattue sur la ville, nous ne sommes as le soir, le froid est venue nos presser, nous pressé à marcher plus vite, nous sommes couverts, le froid rentre par les jambes, par les oreilles, par le nez, nous sommes enveloppés dans la noirceur de la ville, nous sommes plongés dans la pénombre, l’hiver est froid, combien des temps va-t-il durer,  il durera plus d’un hiver, il durera, nous sommes seulement dans l’après-midi, nous sommes seulement dans les móis de l’automme, la noirceur est venue vite, nous marchons à travers les phares dês voitures qui bougent, nous marchons à travers les éclairages publics, à travers les façades éclairées blanchies des magasins, on ne voit plus le ciel au loin, on ne voit plus lês nuages dans le ciel, la noirceur s’est avancée, a enveloppé les rues et la vielle entière, le froid reste.

Anachronisme. Éditions P.O.L, 2001.       

 


Partager cet article

Repost 0

commentaires

Présentation

  • : Les choses & les vestiges
  •  Les choses &  les vestiges
  • : Este Blog apresenta parte de meu trabalho fotográfico, com a intenção de compartilhar um percurso de mais de 10 anos de fotografia. Além disso, a partir do início de maio de 2008, comecei a escrever uma coluna (Folhas Volantes) para o site Sibila - Revista de Poesia e Cultura (www.sibila.com.br).
  • Contact

Recherche

Liens