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    <title><![CDATA[Les choses & les vestiges]]></title>
    <link>http://jose.barros.over-blog.com/</link>
    <description>Este Blog apresenta parte de meu trabalho fotográfico, com a intenção de compartilhar um percurso de mais de 10 anos de fotografia. Além disso, a partir do início de maio de 2008, comecei a escrever uma coluna (Folhas Volantes)  para o site Sibila - Revista de Poesia e Cultura (www.sibila.com.br). 
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        <title><![CDATA[Les choses & les vestiges]]></title>
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    <pubDate>Sat, 15 Aug 2009 14:02:36 +0200</pubDate>    <lastBuildDate>Sat, 15 Aug 2009 14:02:36 +0200</lastBuildDate>    <generator>Over-blog.com RSS 2.0 Engine</generator>    <copyright>Copyright 2009, Barros José Eduardo</copyright>            <category>Divers</category>    <docs>http://www.rssboard.org/rss-specification/</docs>                        
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        <title><![CDATA[Série Troncos (I)]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-34913992.html</link>        <description><![CDATA[<p><img src="http://idata.over-blog.com/100x100/1/67/27/18//S-rie-Troncos--1-.jpg" /></p><p></p>]]></description>
        <pubDate>Sat, 15 Aug 2009 03:06:00 +0200</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-34913992.html</guid>
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        <title><![CDATA[A impossibilidade de pensar (I)]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-28506576.html</link>        <description><![CDATA[ Na década de 1960, Hannah Arendt escreveu um livro intitulado Homens em tempos sombrios. O livro é uma homenagem aos homens que viveram os tempos do nazismo e do stalinismo. Arendt diz que, nesses tempos sombrios, a própria humanidade do homem perde sua vitalidade na medida em que ele - o [...]]]></description>
        <pubDate>Sun, 01 Mar 2009 17:05:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-28506576.html</guid>
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        <title><![CDATA[Um sussurro de vozes: a questão do objeto "a"]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-26854189.html</link>        <description><![CDATA[ - Porque estás calada? Em que pensas? - Não penso, ao menos não executo o que chamam pensar. Assisto ao inesgotável fluir do murmúrio. As palavras da poeta argentina Alejandra Pizarnik no texto “Sala de Psicopatología” (Textos de sombra p. 413) nos convocam a pensar sobre o objeto “a”. Há [...]]]></description>
        <pubDate>Fri, 16 Jan 2009 23:12:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-26854189.html</guid>
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        <title><![CDATA[Homenagem a Christophe Tarkos (1963-2004)]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-25281412.html</link>        <description><![CDATA[ O inverno é premente, o frio, a névoa, o envolvimento do frio, não há onde se meter, a noite está aí, não é uma penumbra, que penumbra é esta, é a noite que já chegou, é só o crepúsculo, não é ainda o crepúsculo, é de tarde e há uma penumbra que cai sobre a cidade, esta penumbra é a noite que [...]]]></description>
        <pubDate>Sat, 29 Nov 2008 20:35:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-25281412.html</guid>
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        <title><![CDATA[A poesia como experiência (II)]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-24811030.html</link>        <description><![CDATA[ Como pensar a poesia em sua vertente do ritmo (som, sopro, etc)? Christian Prigent afirma que o ritmo é o modo de aparição na língua do real como buraco, do real ausente de todo fechamento estabilizado do som e do sentido. O ritmo também implica algo da repetição, já que ele introduz a perda [...]]]></description>
        <pubDate>Sun, 16 Nov 2008 14:06:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-24811030.html</guid>
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        <title><![CDATA[Ofício é coisa de mãos]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-24593442.html</link>        <description><![CDATA[ Em 2004, Jacques Derrida participou de um Colóquio na Maison de France do Rio de Janeiro. Em momentos marcantes, Derrida nos ofertou sua palavra cheia de “humainisme” (palavra criada por ele para incluir o gesto do aperto de mão no termo já batido do humanismo). Um aperto de mão equivale a um [...]]]></description>
        <pubDate>Mon, 10 Nov 2008 01:55:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-24593442.html</guid>
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        <title><![CDATA[Estados Unidos da América - Central Park (NY)]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-24466822.html</link>        <description><![CDATA[<p><img src="http://idata.over-blog.com/100x100/1/67/27/18//NEW-YORK-copie-2.jpg" /></p><p></p>]]></description>
        <pubDate>Thu, 06 Nov 2008 01:41:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-24466822.html</guid>
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        <title><![CDATA[Escrever, verbo sem complemento]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-24320856.html</link>        <description><![CDATA[ Escrever o desejo de escrever – tarefa do escritor. Escrever, verbo sem complemento, diz Roland Barthes. O estilo apresenta um não saber que faz o escritor avançar, muitas vezes tateando no escuro. O conceito de estilo abre uma via para pensarmos a escrita. Este conceito não pode ser reduzido [...]]]></description>
        <pubDate>Sat, 01 Nov 2008 20:29:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-24320856.html</guid>
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        <title><![CDATA[O campo de concentração como novo paradigma da modernidade]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-24201472.html</link>        <description><![CDATA[ Nos tempos de hoje, a indagação sobre a animalização do homem se faz necessária. E mais, ainda. Há uma nova versão do pensamento sobre a animalização humana: a versão do homo sacer trabalhada por Giorgio Agamben. Com o homo sacer o ser humano vai perpetuamente encontrar-se negado em sua [...]]]></description>
        <pubDate>Wed, 29 Oct 2008 01:09:00 +0100</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-24201472.html</guid>
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        <title><![CDATA[A poesia como experiência (1)]]></title>
        <link>http://jose.barros.over-blog.com/article-24020220.html</link>        <description><![CDATA[ Há um texto que se inventa em memória de um outro vindo do estrangeiro. Antonin Artaud O poeta deve estabelecer um método de trabalho para conseguir resultados inventivos em sua produção poética. Quando um poeta cria o seu próprio método de trabalhar, impondo um ritmo singular, ele se afasta [...]]]></description>
        <pubDate>Thu, 23 Oct 2008 13:16:00 +0200</pubDate>        <guid >http://jose.barros.over-blog.com/article-24020220.html</guid>
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